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Problemas que afetam o rendimento profissional

O perigoso e fatal "Estresse"

 

Funciona assim: você briga com a esposa, sai apressado para trabalhar e bate o carro, chega atrasado na empresa, e passa o dia arrumando confusão com todo mundo: com o chefe, colegas, fornecedores, clientes, e até com a moça do cafezinho.

 

Uma vez ou outra, acontecer uma sequência de conflitos em um único dia é quase inevitável para todo mundo. Agora, se esta situação de guerra já é uma constante na sua vida, cuidado, você pode estar com stress, ou, no bom português, com estresse.

 

O estresse, que ignorantemente achávamos ser uma frescura, é uma doença terrível e mortífera, que atinge ricos e pobres, homens e mulheres, brancos e negros, sendo a causadora de graves complicações para a saúde, que vão de uma leve enxaqueca até úlcera, hipertensão, ataques cardíacos, câncer e depressão. Uma boa definição sobre esta doença vem do médico canadense Hans Selye: “O estresse é o resultado de o homem criar uma civilização que ele, o próprio homem, não consegue suportar”.

 

Como os sintomas do estresse não são fáceis de identificar, aí mora o perigo. Pode começar com cansaço constante, desinteresse sexual e pelo trabalho, irritação por qualquer motivo, tristeza profunda, e outros sintomas.

 

Os especialistas dizem que o estresse é a reação do organismo a estímulos e pressões. Quando alguém enfrenta situações estressantes, o organismo envia uma grande quantidade de hormônios no sangue, que produzem alterações nos órgãos do corpo. Depois de um estresse, o organismo precisa de uma pausa para se recompor, e no dia a dia, se isso não acontece, o organismo não agüenta e entra em colapso.

 

Os problemas familiares, falta de dinheiro para pagar as contas, perda de uma pessoa querida, decepção amorosa, ambiente hostil no trabalho, e a quebra da expectativa do projeto de vida idealizado, são fatores que podem levar ao estresse.

 

Em uma série de estudos sobre o assunto, psicólogos descobriram que junto com o estresse pode vir outros problemas, como o alcoolismo, uso de drogas, depressão, baixa estima e violência no lar. Em um dos casos analisados, um paciente relatou: "Na verdade, é uma bola de neve. Estou infeliz no trabalho e não me relaciono bem com os colegas, estou estressado, bebo, aí brigo em casa, depois me arrependo e fico deprimido... e assim vai. Uma coisa puxa a outra."

 

Outro problema é começar a se preocupar com motivos nada importantes ou que estão fora do nosso controle: cotação do dólar, subida ou descida da bolsa, inflação, terceira guerra mundial, invasão de alienígenas, derrota do time de futebol...

 

Se você percebeu que está com os sintomas do estresse, não vacile, procure a ajuda de um profissional da área de saúde, um psicólogo. E não pense que a cervejinha com os colegas de trabalho no final do expediente vai resolver o problema, porque não vai. Isto pode ser divertido e até descontrair, mas vale somente naquele momento.

No dia seguinte começa tudo de novo, e o organismo é uma máquina que não pode ser levada à fadiga extrema, seja física ou psicológica. É como o motor de um carro, uma passada de giro, de vez em quando, até que ele aguenta. Mas acelerar sempre acima da faixa vermelha da rotação máxima, não dá outra, vai arrebentar tudo lá dentro.